No dia 1º de fevereiro os deputados estaduais e federais eleitos por Blumenau nas eleições de 2022 foram empossados nos seus devidos cargos nas casas legislativas de Florianópolis e Brasília.
Na Assembleia Legislativa, Blumenau começa bem com posições de destaque e ocupação de espaços importantes. Os deputados estaduais Marcos da Rosa (União Brasil) e Egídio Ferrari (PTB) focam empossados como secretários da Mesa Diretora.
Mesmo sem ter assumido cargo na direção da casa legislativa, o deputado Napoleão Bernardes, líder do PSD na Alesc, teve papel importante na costura que elegeu Mauro de Nadal (MDB) para presidente da Alesc.
Já Ivan Naatz (PL) deve ser indicado para ser o líder do governo de Jorginho Mello (PL) na Assembleia. Coube a ele também a costura política para que se chegasse a um nome de consenso para ocupar o cargo mais importante do legislativo catarinense.
Na Câmara Federal, Ana Paula Lima (PT) e Ismael dos Santos (PSD) tomaram posse de seus cargos e já iniciaram os trabalhos em prol de demandas do estado.
A prioridade para a deputada do PT nesse primeiro semestre será ajudar o governo do presidente Lula (PT) na aprovação da Reforma Tributária para reduzir impostos para a população.
A deputada disse também que será prioridade em seu mandato recuperar os investimentos do governo Lula para conclusão das obras essenciais para a economia catarinense, como as BRs 470, 282, 285, 163 e 280.
Ismael dos Santos assume como deputado federal convicto de que possui um papel importante na vida das pessoas, sobretudo na promoção da justiça social, das garantias das liberdades individuais e na busca do desenvolvimento econômico e sustentável.
“Buscaremos honrar os nossos 110.531 eleitores e toda a sociedade catarinense aqui no Parlamento brasileiro. Minha oração é uma só: Deus Eterno, que eu ande apenas no caminho aberto pelos Teus passos”, disse o deputado.
ELEIÇÕES DE 2024
Obviamente que todos assumem seus postos de olho nas eleições para prefeito da cidade, em 2024. Só Ivan Naatz demonstra o interesse em concorrer ao cargo, mas os demais terão papel fundamental na escolha do próximo governante.
Mário Hildebrandt (Podemos) não pode mais disputar, mas quer eleger o sucessor cujo a candidata, hoje, seria a sua vice, Maria Regina Soar (PSDB). Só que Naatz também é um nome aliado do governo municipal e o prefeito vai ter que estudar como fará essa costura se ambos quiserem concorrer.
Deveremos ter também uma oposição forte e mais unida, diferente do que aconteceu em 2020, quanto tivemos em Blumenau 12 candidatos. Mário Hildebrandt representava o governo e outros seis candidatos eram alinhados aos pensamentos mais à direita e cinco representaram os pensamentos da esquerda.
Com isso, houve uma diluição de votos e o prefeito acabou se reelegendo até com certa facilidade. A novidade daquele pleito foi o promotor Odair Tramontin (Novo), que quase tirou a vaga de João Paulo Kleinübing (DEM) no segundo turno.
Agora mais conhecido e experiente, deve voltar a disputar a Prefeitura de Blumenau, mas sem poder usar o fundo eleitoral e também sem nenhum tempo de TV, pois seu partido perdeu representatividade na Câmara dos Deputados e, consequentemente, não atingiu a cláusula de barreira que dá o direito dos candidatos desses partidos de usarem esses benefícios nas eleições.





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