Prefeito Mário Hildebrandt retoma mais uma vez a revitalização da Prainha

Não é de hoje que a Prainha tem sido a pedra no sapado das administrações Napoleão Bernardes e Mário Hildebrandt. Desde 22012, quando o PSDB assumiu a prefeitura, várias empresas assumiram a obra da Prainha, em Blumenau.

Na manhã desta terça-feira, 7, o prefeito Mário Hildebrandt (Podemos) mais uma vez assinou o contrato de retomada da obra de revitalização daquele espaço que já teve outras retomadas de obra desde que a antiga empresa trabalhava no local a passo de tartaruga.

O documento foi assinado com a Construtora Stein, de Blumenau, na presença da vice-prefeita Maria Regina Soar e dos secretários municipais de obras, Michael Maiochi, de planejamento urbano, Éder Baron, e de turismo, Marcelo Greuel.

Mário disse novamente que esse espaço é de suma importância para a cidade e para a comunidade blumenauense e que quer dar vida ao lugar. Depois de pronto, a Prefeitura pensa até em resgatar os festivais musicais e também os eventos náuticos que há tanto tempo marcaram época ali.

Vale lembrar que o ex-prefeito Napoleão Bernardes (PSD) queria construir ali a cabeceira da ponte que ia ligar a Rua das Palmeiras ao bairro Ponta Aguda, mas o prazo para usar o dinheiro do Banco Mundial foi excedido e a obra não saiu do papel.

A missão da nova empresa será finalizar a obra após a rescisão contratual com a empresa antiga, que também não cumpriu o acordo com o município. De acordo com a Secretaria de Obras, pouco mais de 30% dos serviços foram executados.

“Após adequar algumas situações de projeto e do próprio método de execução, alinhamos com a Stein um cronograma que julgamos ser o mais rápido e eficiente para concluir os trabalhos e entregar este espaço à comunidade no menor tempo possível”, avalia o secretário Michael Maiochi.

De acordo com o secretário de Obras, os dois primeiros níveis do projeto estão adiantados, restando acabamentos, recuperação, além de uma boa limpeza da área. “Já o terceiro nível, que inclui os mirantes e principalmente o píer, estas serão as maiores demandas para a nova empresa”.

Lembrando que a Construtora Stein foi à segunda colocada no processo licitatório e aceitou assumir a obra após a rescisão contratual, pelo saldo residual do contrato, no valor de R$ 3.364.659,24. O recurso da revitalização da Prainha é viabilizado por meio do Ministério do Turismo.

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