Governos de Jorginho Mello e Lula são aprovados no primeiro ano de gestão

Entre os dias 12 e 19de dezembro o Instituto Mapa ouvindo 1008 pessoas nas seis regiões do estado de Santa Catarina para saber o grau de aprovação do governo de Jorginho Mello (PL).

A pesquisa buscou saber qual nota, de 0 a 10, o morador de Santa Catarina daria para a atual administração estadual. Os dados indicaram que o desempenho do governo atingiu a média 7, tendo a indicação de 55% entre ótimo e bom, 34% de regular e apenas 10% de ruim e péssimo.

Se somarmos os três primeiros índices, como geralmente ocorre, o resultado de aprovação do catarinense somou 89% de ótimo a regular.

Certo mesmo é que a aprovação atingiu o número de 71% contra apenas 18% dos que desaprovam o atual Governo do Estado.

Curiosamente esses números mostram que o governador Jorginho Mello atingiu praticamente os mesmos números da eleição de 2022, quando foi eleito com 70,69% dos votos.

Sobre os números de quem ou não confiam no governador, a pesquisa mostrou que 66% das pessoas ouvidas confiam em Jorginho Mello e no seu governo e apenas 25% não confiam.

Somando os que responderam ótimo, bom e regular, as regiões que mais aprovaram o desempenho do Governo são o Oeste, com 94,5% e a região Norte, com 89,8%.

No Vale do Itajaí, a aprovação foi de 88%; a região Serrana somou 87,3%; a região Sul registrou o número de 87,2% e a Grande Florianópolis, com o menor índice, apontou 85,1% de aprovação.

As áreas do Governo com as melhores notas foram a do turismo, cultura e esporte, com 62,5%, seguidas pelas áreas de educação, com 56,5%, e segurança, com 54,5%.

Na virada de 2023 para 2024, o governador Jorginho Mello vai estar no Réveillon da Prefeitura de Florianópolis, na Beira Mar Norte, junto com o prefeito Topázio Neto (PSD). Depois ele segue para a residência do seu filho Filipe Mello, em Jurerê Internacional.

No último dia 20 de dezembro a Genial/Quaest divulgou uma pesquisa sobre o desempenho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com os números, o governo do petista vai terminar o ano de 2023 com uma tendência de queda no índice de aprovação. Essa pesquisa mostrou que o índice de ótimo ou bom oscilou caiu de 38%, no mês de outubro, para 36% no mês de dezembro. No mês de agosto o índice de aprovação de Lula chegou a 42%.

Entre os que acharam o governo regular, os números tiveram uma alta de 3 pontos percentuais, passando de 29% em outubro para 32% neste mês. Já o índice de reprovação permaneceu na casa dos 29%. Somados, os índices de ótimo, bom e regular ficaram em 68%.

Sobre o trabalho feito pelo presidente Lula, 54% dos ouvidos aprovam e 43% desaprovam. Foram feitas 2.012 entrevistas entre 14 e 18 de dezembro e o índice de confiança é de 95%.

Entre as regiões do país, a maior aprovação de Lula está no Nordeste, com 70%, enquanto a maior rejeição está na região Sul, com 51%. A avaliação positiva do petista é maior entre as mulheres (55%), enquanto a negativa é maior entre os homens (46%).

Os que possuem apenas o ensino fundamental foram os que mais aprovaram Lula, com 65%.   Entra as diversas faixas salariais, os que recebem menos de dois salários-mínimos também foram os que mais aprovam Lula, com 64%.

No grupo que aprovou o trabalho de Luiz Inácio Lula da Silve, 61% são católicos e 63% são pessoas que se consideram negras.

Dos que mais reprovaram o presidente da República, 55% recebem mais de cinco salários-mínimos, 56% são evangélicos e 55% possuem o ensino superior completo ou incompleto.

Quando a pesquisa da Quaest perguntou aos ouvidos qual a nota, de 0 a 10, que eles dariam para o primeiro ano do governo Lula, a avaliação geral ficou em 5,7. A maior nota foi dada pelos nordestinos, com média de 6,9, e a menor foi dada pelos evangélicos, moradores da região Sul e os que ganham mais de cinco salários-mínimos, com 5,2.

O instituto de pesquisas também perguntou aos eleitores que votaram em Lula e em Bolsonaro no ano passado se eles se arrependeram das suas escolhas. 92% dos que votaram no petista não se arrependem e 7% sim. Com Bolsonaro, o número dos que não se arrependem é um pouco maior, com 93%, enquanto 6% mudariam o seu voto.

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