Após a eleição municipal deste ano as principais lideranças partidárias do Brasil já começam a planejara as composições para a eleição que só vai acontecer em 2026.
E com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível até 2030, a empresa Genial/Quaest fez uma pesquisa com os principais nomes da direita para saber qual deles tinha mais força para disputar com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a presidência da República.
Divulgada na quinta-feira, 12, a pesquisa mostra que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) recebeu 21% das intenções de voto, sendo ela, segundo os entrevistados, o nome mais forte para a disputa.
Logo em seguida aparece o coach Pablo Marçal (PRTB) com 18%, seguido do atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 17%, e da ministra Simone Tebet (MDB) com 10%.
Também são citados os governadores Ratinho Júnior (PSD), do Paraná, que obteve 7%; Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, que recebeu 4% dos votos; e Ronaldo Caiado (UB), de Goiás, que foi citado por 3% dos entrevistados. Outros 21% não responderam ou não souberam responder.
Ao todo, foram entrevistadas 8.598 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 4 e 9 de dezembro. Essa pesquisa tem margem de erro de 1 ponto percentual para mais ou para menos.
OS CENÁRIOS
A pesquisa da Genial/Quaest não mediu como ficaria a eleição com a participação de Michelle, mas no dia 12 de novembro deste ano o instituto MBA divulgou uma pesquisa encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) que mostrou que, mesmo com a participação da ex-primeira-dama, Lula lidera a corrida eleitoral com 34,1% das intenções de voto.
Michelle aparece em segundo com 20,5% e Marçal ficou em terceiro com 14,1%. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) aparece com 9,3% e a atual ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), ficou com 9,2%.
LULA E A REELEIÇÃO
A pesquisa mostrou também que, apesar de uma recuperação em favor de Lula, a candidatura dele à reeleição divide opiniões. Se por um lado 52% dos entrevistados acreditam que o presidente não deveria ser candidato, outros 48% pensam o contrário.
Caso Lula opte por não disputar a reeleição em 2026, o nome mais citado para substituí-lo foi o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), apontado por 27% dos entrevistados.
Aparecem em seguida como opções o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 17%; o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), com 14%; o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), com 4%; o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, ambos com 2%. Outros 33% não responderam ou não souberam responder.





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