Jorginho Mello e PSD estão atrás do novo União Progressista

No dia 22 de março, no lançamento da pré-candidatura do prefeito João Rodrigues (PSD) ao Governo do Estado em Chapecó, o União Brasil foi representado pelo presidente estadual, deputado federal Fábio Schiochet, e o PP foi representado pelos deputados estaduais Altair Silva e Pepê Collaço.

Mas com a confirmação da Federação dos dois partidos, que foi intitulado de União Progressista, eles terão, que nos próximos 4 anos, seguirem o mesmo caminho nas duas próximas eleições. E em Santa Catarina, é bem provável que o comando do UP deve ficar com Fábio Schiochet.

Então, o governador Jorginho Mello já almoçou com o deputado federal do União Brasil na última quarta-feira, 30, e na tarde desta segunda-feira, 5, os deputados estaduais do partido (Jair Miotto

Marcos da Rosa e Sérgio Guimarães) vão conversar com o governador na Casa D´Agronômica.

Depois dessa conversa com Jorginho, os três deputados do UB vão se reunir com os três deputados estaduais do PP (Altair Silva, José Milton Scheffer e Pepê Collaço), muito provavelmente na terça-feira, 6, no gabinete do deputado Sérgio Guimarães, para definir com quem devem ir em 2026.

Além dos 6 deputados estaduais, o União Progressista tem hoje em Santa Catarina o senador Esperidião Amin (PP), o deputado federal Fábio Schiochet (UB) e mais 68 prefeitos espalhados pelo Estado.

Esse contingente chamou a atenção dos dois principais candidatos ao Governo do Estado, só que Jorginho Mello tem a vantagem de ter a máquina estadual na mão, podendo suprir ou dificultar as necessidades dos políticos das duas legendas por conta das ações do seu governo.

Já há quem diga até que, se o União Progressista realmente fechar com a reeleição do governador, o PSD poderá rever a sua posição e, quem sabe, até aceitar a vaga de senador para João Rodrigues, formando uma grande frente que colocaria em 2030 o prefeito de Chapecó como o candidato a governador do grupo.

O problema é convencer João Rodrigues a desistir da pré-candidatura a governador e convencer também o ex-prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, em participar desse grupo, pois hoje ele não se senta na mesma mesa com Jorginho Mello.

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