A briga de Lula e Bolsonaro mais uma vez prejudica a economia de Santa Catarina

O presidente Lula parece mesmo gostar de brincar com fogo e há tempos vem cutucando a onça com vara curta. Vara esta que reiteradamente vem espetando o brasileiro com os costumeiros aumentos de impostos para tentar salvar um governo que tem uma política econômica que é um desastre.

Um governo que tem previsto para 2026 apenas 6% do que arrecada para investimentos, onde os outros 94% já estariam comprometidos com despesas obrigatórias. Um governo que tem previsto para 2029 não tem valor algum para investimento em infraestrutura.

Um governo que acostumou o legislativo e o judiciário a apenas aprovarem pautas em seu favor se receberem algo em troca e, como estão vendo que o dinheiro tá acabando, já estão se arrumando para pularem fora desse barco.

Enfim, a gota d´água foram as críticas feitas por Lula ao presidente Donald Trump na reunião dos Brics e a consequência disso foi uma taxação de 50% sobre qualquer produto que o Brasil vender para os Estados Unidos.

Trump até já disse que falará com Lula em algum momento, mas vai primeiro esperar o atual presidente brasileiro sangrar politicamente para depois afrouxar o cinto contra as nossas exportações.

Mas qual foi a primeira preocupação do Governo Federal neste caso? Arrumar uma estratégia para jogar a culpa de toda dessa trapalhada internacional em cima do ex-presidente Jair Bolsonaro como já tinha feito, sem sucesso, no caso dos desvios do INSS.

O problema é que nenhum brasileiro que passa o dia produzindo está preocupado com essa polarização entre direita esquerda, entre PL e PT, entre Lula e Bolsonaro.

Ele está preocupado em não quebrar diante de tantos impostos que ele já paga. Está trabalhando para tentar sobreviver numa economia que só o penaliza e busca dia após dia diminuir seus custos de produção para tentar manter o emprego dos seus funcionários.

Essa taxação dos Estados Unidos afeta diretamente aqueles Estados mais industrializados que tem empresas que exportam para outros mercados, como é o caso de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Santa Catarina.

A economia catarinense é baseada em grandes empresas que tem no mercado americano como um dos principais parceiros e quando vê que o presidente do Brasil quer rivalizar com o presidente dos Estados Unidos apenas por vaidade, não pode fazer outra coisa senão pressionar o congresso para que seus deputados coloquem um freio de arrumação nessa bagunça política que virou Brasília.

Se nem mesmo a China e a Rússia afrontam o Estados Unidos como Lula está fazendo, porque achar então que o presidente do Brasil teria força suficiente para lutar contra a maior economia do mundo sem que tivesse que pagar um preço muito alto.

É porque o preço que vai se pagar agora sairá do bolso de quem mantem esse país vivo, apesar de já estar respirando por aparelhos. Então, não só a classe empresarial e a classe econômica, mas todo brasileiro precisa exigir de todos os políticos mais responsabilidade e menos politicagem, pois cada um que foi eleito em 2022 tem o dever de trabalhar em favor do país e não o contrário.

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