Novo já tem seu pré-candidato ao Senado e Adriano Silva definiu o que vai fazer em 2026

No 6º encontro estadual do Partido Novo de Santa Catarina, que aconteceu no sábado, 19, em Florianópolis, o deputado federal Gilson Marques anunciou a sua pré-candidatura ao Senado em 2026.

Segundo ele, vai tentar buscar uma das duas vagas ao Senado para “enfrentar o sistema em defesa das liberdades”.

No seu discurso, ele disse que “o Brasil precisa de senadores que enfrentem os abusos do STF, a roubalheira, e defendam a liberdade. Estou disposto a encarar essa batalha”.

Se declarando como um deputado federal libertário, Gilson Marques tem se notabilizado por lutar contra outros parlamentares, muitas vezes solitário, em defesa da liberdade econômica, do combate à corrupção e dos privilégios, da redução de impostos e da burocracia.

Marques falou também que “o Brasil precisa virar essa página obscura de nossa história. Os abusos de autoridade têm que acabar. Se eu for eleito Senador, no primeiro dia de meu mandato irei protocolar um pedido de impeachment para quem vem rasgando a Constituição em prol de sua visão política”.

Além de Gilson Marques, a disputa pelo Senado pode ter também o atual senador Esperidião Amin (PP), a deputada federal Caroline de Toni (PL) e o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL). O PT pode lançar Décio Lima ao Senado para apoiar a pré-candidatura de Afrânio Boppré (Psol) ao Governo do Estado.

Na entrevista que deu para a Rádio Jovem Pan Joinville, o prefeito Adriano Silva (Novo) disse que será candidato a governador, mas não em 2026. Reeleito em 2024 com78,69 % dos votos, ele confirmou que vai permanecer na Prefeitura de Joinville até o fim do mandato e vai tentar eleger, em 2028, a vice-prefeita Rejane Gambin como sua sucessora, que em 2026 deve concorrer a uma cadeira na Câmara Federal.

Adriano pensa em apoiar a reeleição do governador Jorginho Mello (PL) e, se ele vencer em 2026, seria o primeiro nome de Jorginho para sucedê-lo com o apoio do PL.

Adriano Silva não fala pelo Partido Novo de Santa Catarina, mas por ser a maior liderança política da legenda aqui no Estado, já vem articulando para que o seu partido fique mesmo com Jorginho Mello e entre no alinhamento nacional, onde o Novo deve apoiar a candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a presidência da República na frente ampla da direita.

As articulações da eleição de 2026 começaram bem antes do que se esperava e as pré-candidaturas estão sendo definidas há mais de um ano do pleito do ano que vem.

A dúvida que paira no ar é como o Novo apoiaria a reeleição de Jorginho Mello se já anunciou a pré-candidatura ao Senado do deputado federal Gilson Marques?

Para que isso se concretize, o PL teria que desistir de uma das duas vagas para entregá-la a Marques. Vamos lembrar que Jorginho Mello já disse que Caroline de Toni (PL) é a sua candidata ao Senado e Jair Bolsonaro também já afirmou que seu filho Carlos Bolsonaro (PL) vai disputar a mesma vaga por Santa Catarina.

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