Prefeitos do litoral norte estiveram em Brasília para uma reunião com a ANTT sobre a BR 101

Na últimas terça-feira, 26, a prefeita de Balneário Camboriú, Juliana Pavan (PSD); o prefeito Robison Coelho (PL), de Itajaí; o prefeito de Camboriú, Leonel Pavan (PSD) e o prefeito Joel Lucinda (MDB), de Porto Belo, estiveram em Brasília para uma reunião com representantes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

No encontro com o diretor-geral, Guilherme Sampaio, eles trataram do processo de otimização do contrato de concessão do trecho Norte da BR-101, administrado pela Arteris Litoral Sul.

A prefeita Juliana Pavan informou que o processo foi encaminhado na segunda-feira, 25, para o Tribunal de Contas da União (TCU) com a lista de obras solicitadas pelos municípios. A análise preliminar deve levar 120 dias e será feita com base em prioridades. A previsão é que a otimização de contrato seja concluída em até 12 meses.

“As pessoas estão cansadas de esperar. Hoje 70% do PIB de Santa Catarina passa pelo trecho da BR-101 que corta a nossa região. Nós precisamos de um olhar mais apurado da ANTT para as nossas demandas”, disse Juliana.

No encontro, ela entregou um ofício com pedidos de marginais, viadutos e terceiras faixas. O senador Esperidião Amin informou que há possibilidade de separar as obras do trecho Norte das demandas do Morro dos Cavalos, evitando que a região fique em segundo plano.

A prefeita também apresentou à ANTT um pedido de gestão compartilhada das marginais da rodovia, com o objetivo de integrar ações de mobilidade urbana, tráfego, sinalização e segurança. O município já manifestou interesse em firmar acordo de cooperação técnica com a Polícia Rodoviária Federal para ampliar a segurança naquele trecho.

Há uma grande preocupação dos prefeitos que no período da alta temporada a BR 101 entre em colapso e pare de vez, já que neste período já há engarrafamentos que dificultam o trânsito de veículos e chegam a aumentar o tempo de viagem de até três horas.

A BR 101, no trecho norte, está com a sua capacidade no limite, encarecendo o transporte de carga no Estado e dificultando a chegada dos containers até o Porto de Itajaí.

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