O segundo dia do encontro nacional do PSD foi em Florianópolis. Lá Gilberto Kassab, presidente nacional do partido, reforçou a posição da legenda em Santa Catarina e confirmou as pré-candidaturas de Ratinho Jr. no cenário nacional e de João Rodrigues aqui em Santa Catarina em 2026.
O evento de quinta-feira, 12, em Balneário Camboriú, contou com a presença de políticos importantes do cenário nacional, como a dos governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ratinho Júnior (Paraná), que são apontados como presidenciáveis do partido; do líder do PSD na Câmara Federal, Antônio Brito; da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra; e do prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.
Kassab não quis deixar dúvidas sobre o caminho do PSD em Santa Catarina. “Quero deixar claro para Santa Catarina e para o Brasil: o nosso candidato ao governo catarinense é João Rodrigues. Ele reúne todas as qualidades que o Estado precisa e conta com o apoio integral da direção nacional do PSD”, disse o presidente nacional do PSD.
O prefeito de Chapecó recebeu manifestações de apoio durante todo o evento. “Não tem mais volta. Simples assim. Não é um projeto meu. É um projeto de Estado, pelo povo de Santa Catarina. Teria um caminho mais fácil. Mas não é o que quero nem o que nosso Estado precisa”, falou João Rodrigues.
Já o presidente estadual do PSD, Eron Giordani, ressaltou que “o PSD tem grandeza suficiente para não ser coadjuvante em Santa Catarina. João Rodrigues simboliza essa força: é gestor experiente, líder respeitado e preparado para disputar de igual para igual com qualquer adversário. O PSD não vai se esconder atrás de alianças frágeis, vai se apresentar com coragem e protagonismo”.
Na entrevista coletiva em Florianópolis, o presidente nacional do PSD deixou claro para o prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, que já afirmou que vai apoiar a reeleição do governador Jorginho Mello (PL), que o partido seguirá com ou sem ele. “Se nós não entendermos que o nosso prefeito, que nos enche de orgulho como é o Topázio, pra se eleger, precisou pedir o apoio para o governador, nós não somos do partido onde se pratica solidariedade interna. Como também aqueles que tiveram o apoio do governador Jorginho precisam entender, e entendem, que o partido precisa crescer e sempre tem que haver um esforço para uma candidatura própria. Lá na frente, se houver naturalidade, haverá convergência, se não houver, não haverá. Mas a palavra final sempre é do candidato”, finalizou.
Veja um trecho da entrevista de Gilberto Kassab (PSD):





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