O governador Jorginho Mello estará em Blumenau, nesta quarta-feira, 24, para a cerimônia de assinatura do contrato para a construção da nova torre do Hospital Santo Antônio. O investimento na obra é de mais de R$ 97 milhões, sendo R$ 93 milhões de recursos Estaduais.
A nova estrutura terá 10 pavimentos e trará avanços significativos para o atendimento hospitalar da região. O projeto inclui a construção de um heliponto, a criação de 10 novos leitos de UTI e a ampliação de 122 leitos de internação.
Também estão previstas quatro novas salas cirúrgicas, 20 leitos de recuperação anestésica, uma unidade de Hemodinâmica, uma nova Central de Materiais Esterilizados, além da ampliação das áreas de abastecimento, apoio e a construção de uma nova Recepção Geral.
BRIGA INTERNA
As desavenças entre as principais lideranças do PL blumenauense não devem fazer parte da agenda do governador. Os maiores problemas para a sua reeleição estão vindo justamente de dentro do Partido Liberal, com brigas entre políticos, como acontece em Blumenau, ou em acusações que vem do grupo bolsonarista do sul do Estado.
O governador já conversou com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e se obrigou a aceitar a pré-candidatura de Carlos Bolsonaro (PL) ao Senado por Santa Catarina.
O segundo nome para essa disputa na sua coligação, Jorginho Mello quer dar para o senador Esperidião Amin (PP), mas estuda também abrigar a deputada federal Caroline de Toni (PL) em outra legenda, como o Republicanos, para que ela também disputa a eleição ao Senado.
Voltando para Blumenau, a briga interna entre o prefeito Egídio Ferrari (PL), o presidente da Câmara Municipal, Aílton de Souza (PL), e os ex-prefeitos Mário Hildebrandt (PL) e João Paulo Kleinubing (sem partido) ainda deve render, pois a CPI do Esgoto Sanitário que corre na Câmara de Blumenau deve colocar todos na linha dessa investigação





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