Partido Missão pode ter candidato ao governo de SC em 2026

Depois da confirmação da criação oficial do Missão, o ex-lutador e empresário Marcelo Brigadeiro, que mora em Balneário Camboriú, admitiu publicamente a possibilidade de disputar o governo de Santa Catarina em 2026.

Marcelo afirmou que não tem “vontade de ser político”, mas que passou a considerar essa possibilidade depois deter sido provocado pelo público e, em seguida, ter sido convidado por Renan Santos, líder do MBL, durante o congresso do movimento no mês de julho, em Florianópolis.

Brigadeiro diz que a sua eventual candidatura ao governo do Estado serviria mais para a exposição de pautas que o Missão julga importante.

O ex-lutador sabe que tem um perfil combativo e isso gera uma rejeição no eleitorado de mais idade, mas que a sua candidatura não seria apenas para buscar um mandato, mas também para ajudar a eleger novos parlamentares.

Ele diz saber também que a participação numa eleição tem riscos pessoais e familiares, além do impacto financeiro e do desgaste inerente ao ambiente político.

No plano nacional, dirigentes do Missão tem a intenção de apresentar um candidato a presidente próprio em 2026 como parte da estratégia de posicionar a marca partidária e ampliar palanques estaduais, onde Santa Catarina entraria no radar com o nome de Marcelo Brigadeiro.

Ele é natural do Rio de Janeiro, é formado em medicina veterinária pela Universidade Federal Fluminense (UFF), já foi campeão mundial de luta livre, em 2020 chegou a assumir a diretoria de esportes da Fesporte e já integrou o Conselho Estadual de Esporte.

Na terça-feira, 4, o Tribunal Superior Eleitoral aprovou por unanimidade a criação do Missão, um novo partido político ligado ao MBL (Movimento Brasil Livre) que agora vai poder participar das eleições de 2026.

No mês de setembro deste ano o MBL já havia conseguido do Ministério Público Eleitoral (MPE) um parecer favorável para a criação da nova legenda.

Segundo o TSE, a sigla cumpriu todas as exigências necessárias, entre elas a elaboração do programa partidário e a comprovação da criação de diretórios em nove estados diferentes.

Diante desse fato, o palestrante e influencer Pablo Marçal, que foi candidato a Prefeitura de São Paulo em 2024, terá que pagar o valor de R$ 500 mil para o deputado federal Kim Kataguiri (UB) por conta de uma aposta feita no dia 24 de maio do passado quando Kim deu uma entrevista para Marçal no programa “Marçal Talks”.

Naquela ocasião, Pablo Marçal duvidou que o MBL conseguisse criar o seu partido até o ano de 2026. Kim garantiu que isso iria acontecer e apostou que, se perdesse, alguém do MBL iria de vice de Marçal na eleição presidencial do ano que vem.

Mas se o partido fosse criado até 2026, Marçal daria R$ 500 mil para a campanha de um candidato a majoritária na próxima eleição.

Na última quarta-feira, 5, Kim Kataguiri enviou uma mensagem via whatsapp para Pablo Marçal cobrando a aposta, mas até aquele momento não tinha recebido uma resposta dele sobre o cumprimento ou não do que foi acordado no ano passado.

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