Nesta semana o Supremo Tribunal Federal determinou que o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, começasse a cumprir em regime fechado uma pena de 27 anos e 3 meses.
A notícia caiu como uma bomba entre os apoiadores de Bolsonaro e uma página no Instagram denominada “dep.eduardobolsonaro” e descrita como apoiadora do filho do ex-presidente com pouco mais de 613 mil seguidores, lançou a possibilidade de paralização dos caminhoneiros a partir do próximo domingo, 30.

A página é seguida por nomes como o de Pablo Marçal, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, e o vereador da cidade de São Paulo, Lucas Pavanato (PL), que em 2024 foi o mais bem votado de todo o Brasil.
A paralisação dos caminhoneiros seria para pressionar o STF a soltar o ex-presidente e exigir a revisão de todo o processo de julgamento dele.
Os bolsonaristas, especialmente os do PL, tentam ainda aprovar no Congresso a anistia para todos os envolvidos no 8 de janeiro de 2023, permitindo também que Jair Bolsonaro participe da eleição presidencial de 2026.
Eduardo e Carlos Bolsonaro, filhos do ex-presidente, são os que mais se manifestam nas redes sociais e dizem não aceitar que nenhum governador seja candidato a presidente representando a direita, pois segundo eles, esse posto ainda é de Jair Bolsonaro.
Se a paralisação vai ou não acontecer no domingo ainda ninguém sabe, mas o grupo de apoio de Bolsonaro trabalha firme para que o ex-presidente, pelo menos, tenha grande influência na escolha do próximo presidente do Brasil.
Esse fenômeno de manter a imagem viva de uma liderança política entre seus seguidores também aconteceu quando Lula esteve preso por conta da Operação Lava Jato, que investigou crimes de favorecimento ilícito e desvio de dinheiro público.





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