Na tarde de quarta-feira, 17, o presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, deputado estadual Júlio Garcia (PSD), deu uma entrevista coletiva para falar do ano de 2025 do legislativo catarinense.
Segundo ele, “foi um ano proveitoso e produtivo, no qual a Assembleia bateu recorde de projetos apresentados”. Em 2025, foram aprovadas 530 proposições, das quais 381 com origem em propostas parlamentares. “Foram 59% de projetos a mais que no ano anterior, e 133% a mais de projetos governamentais”.
Júlio Garcia diz que a palavra que define este ano é a “harmonia”. Ele lembrou que hoje o parlamento também desenvolve ações de interesse social. Citou o Alesc Inclusiva, que oferece estágios para jovens com deficiência; o Programa Antonieta de Barros, para jovens em situação de vulnerabilidade; e o Programa de Responsabilidade Social, que reconhece ações em favor de compromissos sociais de empresas e instituições.
O presidente ainda valorizou o investimento para fortalecer a Comunicação Social da Assembleia. Ele informou que a Alesc, no decorrer deste ano, devolveu para os cofres do governo do Estado R$ 403 milhões, que são frutos da economia feita no legislativo.
PAUTAS POLÊMICAS
Sobre a aprovação de projetos considerados polêmicos, Garcia disse que o presidente tem que se manter neutro. “Não cabe ao presidente comentar projeto de origem parlamentar. Eu tenho que agir como o magistrado e só votar quando existe empate Gordura”.
Quando perguntado sobre projetos de saneamento e a infraestrutura, Júlio Garcia criticou o Governo do Estado por não tratar os temas “com a velocidade desejada”.
O deputado diz que falta entendimento entre esferas administrativas para resolver gargalos, como a lentidão do trecho da BR-101 norte, as conclusões da BRs 280 e 470, e a duplicação da BR-282.
Para a infraestrutura e para o saneamento, o presidente da Alesc acha que a solução está na consolidação de parcerias público-privadas (PPPs). Ele criticou os índices de saneamento do estado. “Temos números bastante vergonhosos no saneamento, que não estão à altura dos demais índices de Santa Catarina”, pontuou.





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