De malas prontas para o PSD em março próximo, na janela de transferência partidária para 2026, o deputado estadual Carlos Humberto (PL) organizou na quarta-feira, 7, na Chácara da sua família, em Camboriú, um almoço para amigos que vão estar com ele na próxima eleição.
O prefeito de Camboriú, Leonel Pavan (PSD), e a prefeita de Balneário Camboriú, Juliana Pavan (PSD), marcaram presença, mas a mais cortejada foi mesmo a deputada federal Caroline de Toni (PL), que vai concorrer ao Senado neste ano.
Além deles, muitos vereadores estavam na festa, como o vereador de Imbituba, Thiago Rosa (Republicanos); vereador de Brusque, Valdir Hinselmann (PL); os vereadores de Itajaí, Vanderley Dalmolin (MDB) e Odivan Linhares (PSD); vereador de Governador Celso Ramos, Pedro Augusto da Cunha (Republicanos); vereador de Florianópolis, Gilberto “Gemada” Pinheiro (PL); vereador de Gaspar, Giovano Borges (PSD); e os vereadores de Balneário Camboriú, Elton Garcia (PSD), Ademar “Bola” Pereira (PSD) e Alessandro Teco (DC).
Participaram também do almoço o candidato a prefeito de Brusque do PSD em 2024, João Martins; o assessor especial da Secretaria de Estado de Ciência Tecnologia e Inovação, Roberto Prudêncio (PL); e o candidato a vereador do PL de Blumenau na eleição do ano passado, Dirlei Paiz, que é considerado o único bolsonarista do partido na sua cidade.
Todo mundo queria saber de De Toni se ela realmente vai sair do PL, mas a deputada preferiu manter o suspense. Mas em conversas reservadas, pessoas próximas a ela disseram que já está tudo encaminhado a ida de Carol para o Novo e muito provavelmente deve também apoiar o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), na disputa pelo Governo do Estado.
Se tudo isso se confirmar, é muito provável que o Novo esteja também com João Rodrigues e que indique os dois candidatos ao Senado da coligação, pois o partido já lançou o também deputado federal Gilson Marques para o Senado em 2026.
E se tudo isso já estiver alinhado, a coligação de reeleição do governador Jorginho Mello (PL) deve ter para o Senado não só Carlos Bolsonaro (PL), mas também o atual senador Esperidião Amin (PP).
O problema de Jorginho é que Carlos Bolsonaro já avisou que vai fazer uma parceria com Caroline de Toni para que ambos se elejam. Então, o governador Jorginho só poderá contar com Amin, podendo ter dificuldade também dentro do PL, principalmente com a ala bolsonarista, que não aceita a saída de Carol de Toni e nem a candidatura de Amin.







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