Todas as movimentações nos Estados dependem das decisões nacionais

Tudo parece meio parado na política, mas quem realmente decide já está trabalhando para decidir, pelo menos no cenário nacional, quem vai disputar a eleição contra o presidente Lula (PT), que também se prepara para buscar a reeleição.

Pois bem, nos dias 7 e 8 de janeiro a Justiça Eleitoral já recebeu dois registros de pesquisas eleitorais para medir em quem o eleitor brasileiro vai votar para a escolha do próximo presidente do Brasil.

Neste ano, as pesquisas de opinião terão que ter um registro prévio de, no mínimo, cinco dias antes da divulgação do resultado. É exigido também que as empresas responsáveis pelas pesquisas apresentem o CPF ou CNPJ do contratante; o valor pago e a origem dos recursos acompanhados de nota fiscal.

O primeiro registro (BR-06731/2026) foi da Boas Ideias Inteligência em Pesquisas, que foi contratada pelo Canal Meio S/A no valor de R$ 46 mil. O segundo registro (BR-00835/2026) foi da Quaest Pesquisas, que foi contratada pelo Banco Genial S/A pelo valor de R$ 465.8220,00.

Vê-se que não só o meio político, mas também o mercado, que monitora as ações das próximas eleições para saber que caminho devem tomar.

Mas tem muita pesquisa interna dos partidos que também estão sendo feitas para saber quem mais agrada o eleitor. E é em cima desses dados que o governador de Minas Gerais, Romeo Zema (Novo), vem se colocando no mercado para ver qual caminho ele vai seguir.

As suas redes sociais já mostram um pouco do que ele pretende fazer nas próximas eleições. Zema começa a postar vídeos contra o PT e contra o Governo Lula, mas também já mostra um pouco de como é a sua rotina diária e quem são seus filhos.

Talvez, Zema tenha o perfil perfeito para bater o PT, pois recebeu, em 2019, o estado de Minas Gerais das mãos do ex-governador Fernando Pimentel (PT) com praticamente todas as obras paradas e com muitas folhas de pagamento atrasadas.

Conseguiu sanear o Estado e agora vai passar para o Brasil o perfil de bom administrador e de empresário bem-sucedido. Mas quem pensa que Zema mira a presidência da República, pose estar enganado.

A direita brasileira o vê como um ótimo vice não só pela competência administrativa, mas também por ser governador do segundo maior colégio eleitoral do país.

O governador de Minas também entende que essa pode ser a melhor opção, mas deixa claro que, se eleito, não vai ser um vice decorativo, que vai aceitar tudo que o governo definir. Zema e o Partido Novo tem ideias progressistas para a máquina pública e vão querer fazer uma mudança na estrutura do Governo Federal para colocar a casa em ordem.

Já a escolha do nome para presidente ainda há muito que se negociar, mas é muito provável que essa escolha saia de São Paulo ou do Rio de Janeiro. Aí aparecem na lista o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que quer mesmo é buscar a reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), que mesmo com uma rejeição alta, é o nome que aparece mais próximo de Lula e foi o escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, tendo em seu favor a maioria do voto bolsonarista.

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