Pastor de Blumenau usa a caminhada de Nikolas Ferreira para cumprir uma promessa

Em 17 de agosto de 2023 o pastor bolsonarista Dirlei Paiz foi preso pela Polícia Federal na 14ª fase da Operação Lesa Pátria. Alexandre de Moraes disse que havia indícios que o pastor tinha participado da organização ao ataque as sedes dos três poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro daquele ano.

A desconfiança veio porque Dirlei tinha sido incluído no grupo de Telegram conhecido como a “Festa da Selma”, expressão usada como um código para o ataque daquele ano.

O pastor foi solto no dia 8 de dezembro de 2023, mas no período que ficou no Presídio, decidiu que quando saísse, iria lutar por todos que foram presos por conta do 8 de janeiro. Dirlei chegou a ser preso novamente em setembro de 2024 por uso indevido das redes sociais na campanha para vereador, mas foi solto em fevereiro de 2025 e ser processo acabou extinto no STF.

Ele também decidiu fazer uma caminhada para agradecer a extinção do seu processo e a confirmação de que não estava envolvido na manifestação de 2023.

Mas o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) decidiu fazer uma caminhada de Minas Gerais até Brasília e Dirlei Paiz decidiu unir o útil ao agradável. Decidiu se juntar ao grupo de Nikolas para pagar a promessa feita e também de se manifestar em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro e também em favor daqueles que ainda estão presos em vários presídios pelo Brasil.

O pastor de Blumenau disse que foram cinco dias de caminhada de Goiás até Brasília acompanhando não só Nikolas, mas também muitos parlamentares catarinenses que também estavam participando da caminhada.

Dirlei, que é membro do grupo bolsonarista do PL catarinense, chegou em Blumenau na madrugada de terça-feira e comenta que foi uma grande experiencia não só por ter trocado informações com Nikolas Ferreira, mas também por ter feito parte de um movimento que pode começar a mudar a política nacional.

“Foi a primeira manifestação que eu volto depois de dois anos e meio que eu passei na prisão e fiquei em prisão domiciliar. Recebi muita pressão da família para não ir na caminhada, mas tenho um compromisso com os presos do 8 de janeiro e decidi participar. Agora volto para Blumenau para implantar o Acorda Brasil lá para resgatar o Brasil da mão da esquerda”, disse Dirlei Paiz.

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