Jorginho Mello e Caroline de Toni vão definir os últimos detalhes da campanha com Jair Bolsonaro

Na segunda-feira, 10, o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), e a deputada federal Caroline de Toni (PL) receberam a autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A deputada, que já foi confirmada como candidata ao Senado do PL em 2026, vai encontrar com Jair Bolsonaro no dia 8 de abril, das 8h às 10h. Já Jorginho Mello tem o encontro marcado com o ex-presidente no dia 11 de abril, também das 8h às 10h.

As visitas vão acontecer no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a Papudinha, onde Bolsonaro cumpre pena por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Nas conversas, devem ocorrer as últimas negociações para a eleição estadual e também a definição da estratégia para que Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República dos liberais, tenha uma votação expressiva em Santa Catarina.

Jair Bolsonaro também deve garantir os espaços para os outros filhos nessa eleição. Carlos Bolsonaro será candidato a senador por Santa Catarina e o vereador de Balneário Camboriú, Jair Renan (PL), será candidato a deputado federal em 2026.

Jorginho Mello e Carol de Toni devem apresentar para o ex-presidente os números das últimas pesquisas eleitorais. Em Santa Catarina, a direita deve ter uma grande vantagem sobre a esquerda.

Se a eleição fosse hoje, as duas primeiras posições para o Governo do Estado ficariam com a direita, com Jorginho Mello (PL) e João Rodrigues (PSD). Para as duas vagas ao Senado, os três primeiros candidatos da pesquisa – Carlos Bolsonaro (PL), Caroline de Toni (PL) e Esperidião Amin (PP) – são ligados ao bolsonarismo.   

Então, em Santa Catarina, a esquerda e Lula terão que trabalhar muito para conseguirem diminuir a diferença. O PT de Lula e o PSB de Geraldo Alckmin trabalham com o nome de Gelson Merísio (Solidariedade) para o Governo do Estado e Décio Lima (PT) para o Senado.

Aa definição agora fica por conta do PDT, do deputado Rodrigo Minotto e do ex-deputado federal Manoel Dias, que quer filiar a ex-deputada estadual Ângela Albino (PCdoB) e o ex-senador Dário Berger (PSDB).

Ângela seria indicada para a vaga de vice de Merísio e Dário Berger seria colocado para disputar a segunda vaga ao Senado na chapa da esquerda. Para garantir o passe de Dário, o presidente Lula nomeou o ex-prefeito de São José e irmão de Dário Berger, Djalma Berger (PSB), para a direção da Itaipú Binacional, que administra a Hidroelétrica de Itaipú, no Paraná.  

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