Os tentáculos de Dário Berger estão em vários partidos de Santa Catarina

Para buscar a reeleição ao Senado no pleito de 2022, o ex-senador Dário Berger saiu do MDB e foi se filiar no PSB para representar a esquerda em Santa Catarina.

Já na eleição municipal de 2024, Dário deixou o PSB e se filiou no PSDB para ser candidato a prefeito em Florianópolis, se transformando num candidato de centro-direita.

Agora em 2026, Dário foi sondado pelo PDT para ser candidato a deputado federal, mas como não teve garantias de que teria uma boa condição de disputa, colocou a sua esposa Elaine Berger como candidata a deputada estadual pelo partido do deputado Rodrigo Minotto.

Antes, Dário Berger já tinha colocado o irmão Djalma Berger no PSB e neste ano ele foi nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como diretor da hidroelétrica Itaipú Binacional.  

Dário se elegeu prefeito da cidade de São José pelo PFL (de 1997 e 2004) e foi eleito prefeito de Florianópolis pelo PSDB (de 2005 a 2013).

Ele é conhecido como um peregrino de partidos que não leva muito em conta a ideologia, mas sim a condição que terá para disputar os cargos públicos.

A eleição de 2014, quando se elegeu senador pelo PMDB, foi o último êxito eleitoral e desde então não tem conseguido convencer o eleitor catarinense que é uma boa opção.

Então, ele tem colocado seus tentáculos em várias frentes para garantir representatividade nos governos e tentar voltar a cena política através de um grande projeto para ressurgir aqui no Estado.

Hoje ele é o atual CEO do Expocentro Júlio Tedesco, em Balneário Camboriú, onde assumiu a vaga deixada pelo irmão que foi para a estatal nacional.

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