O que mais irritou a maioria dos membros da executiva do MDB de Santa Catarina foi a reunião organizada pelo prefeito da cidade de Quilombo, Jaksom Natal Castelli, e pelos deputados estaduais Jerry Comper, Fernando Krelling e Antídio Lunelli; pelos suplentes Emerson Stein e Cleiton Fossá; pelo deputado federal Valdir Cobalchini, pelo diretor do BRDE, Mauro Mariani, e pelo ex-prefeito de Mafra, Emerson Maas.
Eles reuniram 54 prefeitos e 25 vice-prefeitos emedebistas em Florianópolis para ouvirem o governador Jorginho Mello (PL) no Hotel Majestic no último dia 27 de abril.
O que mais se ouviu naquela reunião e se ouve daqueles que apoiam a parceria com o atual governador é que Jorginho Mello é o melhor governador que Santa Catarina já teve.

Não se sabe se usam essa fala para conseguirem alguma coisa no futuro ou se realmente sofrem de uma amnésia temporal que fez com que esquecessem os governadores Pedro Ivo Campos, Cassildo Maldaner, Paulo Afonso Vieira, Eduardo Pinho Moreira e o principal deles, Luiz Henrique da Silveira.
Até Jorginho Mello reverencia Luiz Henrique e alguns emedebistas insistem em deixar o passado para trás e olhar somente no que podem ganhar no futuro.
Na eleição de 2026 os presidentes dos diretórios municipais já escolheram indicar o vice de João Rodrigues (PSD) e esse é um caminho que não deve ter volta.
Então, esses que se dizem emedebistas vão realmente ficar com Jorginho Mello ou vão rever a sua posição, apoiando a candidatura que o partido escolheu.
Vale destacar que o vice de João Rodrigues, que hoje está mais para o nome de Carlos Chiodini, é o único membro do MDB que fará parte da majoritária. Esse cargo era o que Jorginho Mello iria dar para o partido, mas em cima da hora resolver entregar para o Novo de Adriano Silva.
O mais engraçado é que políticos como Mauro Mariani, em 2018, e Antídio Lunelli, em 2022, já foram vítimas desse tipo de divisão e agora fomentam a mesma divisão que vem diminuindo a força emedebista no Estado.
A história do MDB mostra que ele sempre soube passar por cima das diferenças e no fim se uniu com a base para ganhar eleições. Resta saber se isso vai acontecer neste ano ou se os políticos emedebistas vão continuar diminuindo o partido com mais filiados de Santa Catarina.





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