O PSD, MDB, PP e União Brasil farão na noite desta quarta-feira, 17, em Imbituba, no sul do Estado, mais um grande encontro com as principais lideranças desses partidos.
Depois do lançamento da sua pré-candidatura ao Senado em Jaraguá do Sul, esse será o primeiro evento de Antídio Lunelli junto com o também pré-candidato a governador João Rodrigues (PSD).
Com eles, participam também do encontro o pré-candidato a vice, deputado Carlos Chiodini (MDB), e o senador Esperidião Amin (PP), que busca a reeleição.
O evento vai acontecer a partir das 18 horas no Paes Leme Esporte Clube (Plec). A comitiva deve passar também por outras cidades do sul de Santa Catarina, como Criciúma e Tubarão.
Mas antes de pegarem a estrada, João Rodrigues, Carlos Chiodini, Fábio Schiochet (UB) e Antídio Lunelli deram uma entrevista para o portal OCP News, de Jaraguá do Sul, e lá disse o porquê decidiu por integrar o grupo do ex-prefeito de Chapecó.
FALA DE LUNELLI
Dizendo ter sido sempre um defensor das ideias da direita, Lunelli falou que tem visto que o povo está empobrecendo e que o empresário não aguenta mais a burocracia que tem no país e também no Estado de Santa Catarina.
Sobre a sua pré-candidatura, Antídio diz que ele e Amin formam a melhor dupla para representar o Estado no Senado. Também disse que tem uma vida bastante parecida com João Rodrigues, que entende que será o próximo governador, pois ambos têm história para apresentar e há, hoje, como fazer comparações com os outros candidatos.
Sobre Jorginho Mello (PL), Antídio Lunelli disse que continua sendo amigo do governador, mas entende que “o MDB foi despejado”.
“Com o convite que tivemos aqui do João Rodrigues… juntamente com o MDB, juntamente com o Progressistas e mais o União Brasil… o nível de político de Santa Catarine se elevou e nós estamos dando mais uma opção ao povo catarinense para fazer a sua escolha… certamente levaremos a eleição para o segundo turno”, disse Lunelli.
Já sobre uma interação com o Governo Federal, João Rodrigues disse na entrevista que “o erro do governador é politizar o processo. Ele tem medo de pedir uma audiência com o presidente da República e levar uma bancada catarinense pra colocar na mesa… as indústrias que estão na BR 101 vão embora de Santa Catarina por quê? Porque estão tendo prejuízo pra exportar aquilo que produz”.
Ele completa dizendo que “a relação institucional Prefeitura, Governo do Estado e Governo Federal ela não é partidária, ela é institucional”.
Veja a entrevista dada ao OCP News:





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