Na manhã deste domingo o ex-lutador de MMA e pré-candidato a governador de Santa Catarina, Marcelo Brigadeiro (Missão), postou na sua conta do “X” que desiste da candidatura.
No texto da postagem ele escreve que “Recuar em uma batalha não é o mesmo que perder uma guerra. As últimas semanas têm sido muito difíceis para mim e apesar do esforço hercúleo não tenho conseguido conciliar minhas atividades profissionais e pessoais com a minha pré-campanha. Entendo que lutar para ser Governador de um estado demanda muito esforço e não estou conseguindo desempenhar o suficiente. Retiro assim minha pré-candidatura com a certeza de que voltarei mais forte futuramente”.
Numa outra postagem feita a tarde, ele diz que na segunda-feira, 22, às 14 horas, fará uma live no seu canal para explicar os motivos de ter tomado “essa difícil decisão”.
Há quem duvide dessa decisão e diga que a postagem pode ser uma estratégia para ganhar publicidade ou para medir o apelo de seguidores que pediriam para ele continuar.
Fato é que Brigadeiro não tem tido bom desempenho nas pesquisas e o Missão também pode ter reavaliado a pré-candidatura de Marcelo, que tem postado muitas viagens e poucas reuniões políticas em Santa Catarina.
Se for confirmada, Santa Catarina passaria a ter apenas como pré-candidatos p governador Jorginho Mello (PL), o ex-prefeito João Rodrigues (PSD), o ex-deputado Gelson Merísio (PSB), o advogado Ralf Zimmer (PRD) e a psicóloga Laís Chaud (UP).
KIM KATAGUIRI TAMBÉM DESISTE
O deputado federal Kim Kataguiri (Missão) era pré-candidato ao governo de São Paulo, mas no sábado, ao lado do pré-candidato a presidente do Missão, Renan Santos, também desistiu de disputar o cargo em 2026.
A justificativa foi que ele seria o primeiro nome do grupo ministerial de Renan, caso ele vença a eleição e assuma o Governo do Brasil.
Segundo Kim, “em decisão com o @partidomissão eu serei pré-candidato a deputado federal por São Paulo para ser o Ministro do @RenanSantosMDB no Palácio do Planalto”.
Num outro trecho, ele diz que “Renan me deu essa missão de coordenar os esforços de uma completa reestruturação do Estado brasileiro. Para isso, fui o primeiro indicado ao corpo ministerial do nosso presidente, serei seu Ministro da Reforma do Estado”.





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