Quando o prefeito Egídio Ferrari (PL) entrou na Prefeitura de Blumenau, a primeira coisa que deveria ter feito é chamar o Ministério Público para abrir a caixa preta da administração de Mário Hildebrandt (PL).
Mas não, preferiu contemporizar e até aceitou manter gente da administração passada para evitar um desgaste inicial.
Outro erro de Egídio foi ter colocado o vereador Alexandre Matias (PSDB) como líder do governo. Se ele não serviu como secretário de Educação, como pode ser a pessoa certa para defender o governo na Câmara Municipal.
Rompeu o contrato com a Orcali e disse que iria colocar “porteiros qualificados” nas escolas municipais. Mas a coisa não caiu bem e agora a Prefeitura convocou os agentes de vigilância aprovados no Processo Seletivo 003/2025 para formar uma equipe própria para atuará nas unidades de ensino e nos Centros de Educação Infantil (CEIs).
Mais uma vez, a atual administração tá no processo “tentativa e erro” para ver o que pode dar certo. poderemos ter futuramente o problema com a merenda escolar e muito em breve as obras devem parar.
A Prefeitura de Blumenau deve anunciar nos próximos dias o rompimento de contrato com três empresas que estavam tocando obras no município. Por conta do bloqueio de recursos feito pelo MPSC, essas empresas não têm mais condições para manter os trabalhos.
Uma das obras que vai parar é a da ponte Santa Catarina, no Salto do Norte. Essa obra inclui a reforma e ampliação da estrutura existente, além da construção de uma nova ponte com faixa exclusiva para ônibus no sentido contrário.
A administração municipal montou comissões para auditar os contratos e avaliar a retomada e os impactos gerais na mobilidade urbana.
Enfim, temos mais dois anos e meio da atual gestão e n]ao vemos uma luz no fim desse túnel. Em 2026 temos ainda que ver se um vereador será ou não cassado, tem que substituir as empresas investigadas nas Operações do Gaeco e para piorar temos um El Niño que promete ser rigoroso com a cidade.
O cenário não é animador e podemos terminar o ciclo de quatro anos sem que essa administração faça algo de marcante e seja lembrada como a pior dos últimos 20 anos.





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