A Rádio Som Maior e o Portal 4oito, de Criciúma, promoveram na segunda-feira, 17, o primeiro debate com os candidatos ao Senado de Santa Catarina. Participaram desse encontro o senador Esperidião Amin (PP), o deputado estadual Antídio Lunelli (MDB), o vereador Afrânio Boppré (Psol), o ex-presidente do Sebrae, Décio Lima (PT), e o advogado Jeferson Rocha (PRD).
Os candidatos do PL, Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni, também foram convidados, mas decidiram não participar deste primeiro debate.
O fato curioso foi a presença do candidato ao Senado pelo Missão, Túlio Amorim, que não pode participar porque o seu partido não tem o número mínimo de representantes no Congresso Nacional.
Túlio colocou uma cadeira de praia na frente do prédio da Rádio Som Maior e participou com um notebook enviando perguntas para seus concorrentes através do chat do Youtube da emissora.
Assuntos como combate a corrupção, incentivo ao produtor rural, infraestrutura e escala 6 x 1 foram alguns dos temas abordados pelos candidatos.
Na prática, foi um debate de confronto de ideias e sem ataques pessoais, onde foi discutido assuntos relevantes para Santa Catarina e pautas nacionais, onde Décio e Afrânio defenderam o Governo Lula e disseram que a direita pretende eleger o maior número de senadores possível para, segundo ele, inviabilizar o próximo mandato do atual presidente, caso ele seja reeleito.
Outro ponto curioso foi quando o candidato do PRD, Jeferson Rocha, afirmou que vai votar no candidato a presidente do PL, Flávio Bolsonaro (PL). segundo ele, a executiva nacional do seu partido liberou seus candidatos para escolherem em quem quiserem votar na disputa nacional.
Um ponto que chamou a atenção foi que todos os candidatos não mencionaram o nome dos faltantes Caroline de Toni e Carlos Bolsonaro. A estratégia era não dar publicidade para quem não quis participar deste primeiro debate.
Entidades de classe de Criciúma encaminharam aos candidatos um pedido de solução para o Morro dos Cavalos. Também querem melhorias no Porto de Imbituba, investimentos na rede hospitalar e o fortalecimento da indústria catarinense.
A Associação Empresarial de Criciúma (Acic) diz que essas reivindicações já são assuntos que estão na pauta há anos, mas nenhum político conseguiu resolver os problemas.





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