Na terça-feira, 1º, a TVBV ouviu o candidato a governador do Partido da Causa Operária (PCO), Brunno Andrade Dias, e lá ele apresentou as suas propostas um tanto quanto desconectadas com a atual situação do nosso Estado e até do país.
Segundo ele, “em 2016 vivemos um golpe de Estado e de lá para cá a crise econômica e a crise política se aprofundou no país”.
Se ele for eleito em outubro, pretende acabar com todas as privatizações na área de Educação, restituir o direito de greve, pois segundo ele “há um ataque de guerra da burguesia contra todas as categorias do país”.
Brunno fala que o dinheiro da corrupção é investido no sistema financeiro internacional e por isso vai lutar contra as privatizações, contra as Parcerias Público e Privada (PPPs) e destinar esses valores para a saúde e educação.
Na segurança pública, o candidato do PCO quer acabar com a Polícia Militar, pois para ele a PM “é uma máquina de guerra contra os trabalhadores”. Falou também que defende o armamento do povo e defende que sejam revogadas todas as leis “antidemocráticas” que foram aprovadas desde 2016.
O candidato diz defender também a liberação das drogas e falou que as principais organizações criminosas do Brasil são “as quadrilhas de banqueiros que assaltam os cofres públicos brasileiro… e os órgão de inteligência de países estrangeiros que estão presentes em todas as polícias… no judiciário e no exército”.
Sobre a violência contra a mulher, Brunno Dias defende que elas tenham o direito de se armarem, tenham o direito de criarem comitês de alto defesa e defende uma educação política pela luta das mulheres.
Na infraestrutura, o PCO defende a implantação de ferrovias em todo o país, pois entende que o grande vilão do Brasil que faz as empresas saírem do país é o Banco Central. O partido defende um salário-mínimo de R$ 7500 que, segundo Brunno, é o valor apontado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
Ele acha que o turismo em Santa Catarina é bem desenvolvido e que, se eleito, tem que chamar os envolvidos para melhorar o setor, mas acredita que o Estado tem problemas mais importantes para resolver.
No meio ambiente e saneamento básico, Brunno acredita que esses setores têm que ser tocados pelo poder público e não podem mais ser entregues para a iniciativa privada.





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