A frase mais impactante do presidente Lula (PT) na Assembleia Geral da ONU, em Nova Yorke, foi que “o Brasil não cabe no quintal de ninguém”, deixando no ar uma referência ao presidente dos EUA, Donald Trump.
Já sobre a guerra no Oriente Médio, Lula falou que Israel estaria cometendo um genocídio em Gaza. A definição literal de genocídio é a intenção deliberada de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso.
Analisando algumas guerras no mundo ao longo da história, na Arménia (1914 a 1923) ocorreram cerca de 1,5 milhão de mortes; em Ruanda (abril a julho de 1994) teve 700 mil mortos; no holocausto (1933 a 1945) ocorreram 6 milhões de judeus mortos e todos estes acontecimentos foram realmente um genocídio que dizimaram essas populações.
Mas na Palestina ocorre justamente o contrário e por isso a narrativa do genocídio não se confirma. Lá, de 1948 a 2025, aa população passou de 1,4 milhão para 15,5 milhões.
Somente entre o fim de 2023 e o fim de 2025, a população na Palestina cresceu em mais de 1 milhão de pessoas e Lula continua dizendo que o exército de Israel tenta de todas as formas eliminar a população palestina, mesmo com a população aumentando ano após ano.
Pois bem, ou o exército de Israel é o mais incompetente da história ou todo esse discurso é mais uma de suas invenções para fazer com que uma mentira seja contada várias vezes até virar uma verdade ilusória.
Mas eu pergunto para Lula: qual país do mundo que pretende fazer um genocídio libera caminhões de remédio e comida para o seu inimigo como faz Israel; qual país no mundo suspende a guerra para vacinar a população que está do outro lado da trincheira; qual país que tenta o genocídio que joga panfletos para a população inimiga avisando que ali vai ter uma operação militar contra os grupos terroristas.
O que há na verdade no Oriente Médio é que por lá, há o Hamas, que é um grupo terrorista, que quer exterminar os judeus que se defendem contra eles.
Na constituição de criação do Hamas está escrito “Israel continuará a existir até que o Islã o destrua, como destruiu outros antes dele”. Já o artigo 7º da Carta do Movimento de Resistência Islâmica (1988) diz que “o dia do juízo não chegará até que os muçulmanos combatam os judeus e os matem, e os judeus se escondam atrás de pedras e árvores. E as pedras e as árvores dirão: ó muçulmano, ó servo de Alá, há um judeu atrás de mim, venha e mate-o”.
Isto sim é uma intenção de genocídio, isso sim mostra quem é o genocida dessa guerra. E o Brasil insiste em ficar do lado do Irá, dos terroristas, que é um país que espanca as mulheres até a morte porque elas estão sem o véu e enforca gays em praça pública.
Já Israel tem uma democracia livre, onde todos tem os mesmos direitos, e tem até muçulmanos no Congresso Nacional e na sua Suprema Corte.
Recentemente Lula mandou o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), para a posse do presidente do Irã e lá ele estava ladeado por Abdul Salam (porta-voz do Houthis), Nahim Gassen (porta-voz do Hezbollah) e Ismail Haniyeh (líder do Hamas).
Se o Hamas inicia uma guerra contra Israel, invade Israel, estupra mulheres no país e amarra famílias inteira e as queima vivas, isso sim é um genocídio.
Agora, se o Hamas faz tudo isso, tenta uma guerra contra Israel e perde, isso não dá o direito de nenhum aliado desse grupo terrorista de dizer que Israel estaria cometendo um genocídio em Gaza.





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