Na sexta-feira (25) a noite a NSC TV fez um debate com os candidatos ao Senado de Santa Catarina e Carlos Bolsonaro (PL) já tinha avisado que não iria.
Caroline de Toni (PL) tinha confirmado presença, mas uma hora antes do início do debate a assessoria dela falou que a deputada federal também não iria comparecer.
Então, como a emissora só convidou candidatos de partidos com representação no Congresso, participaram Esperidião Amin (PP), Antídio Lunelli (MDB), Jeferson Rocha (PRD), Afrânio Boppré (Psol) e Décio Lima (PT).
Como o catarinense esperava ver um pouco do que Carlos e Carol querem oferecer para o nosso Estado, esse foi mais um debate em que os participantes se concentraram muito nos escândalos de Brasília. Até teve um embate entre Amin e Afrânio, mas muito por causa de Flávio Bolsonaro e Lula da Silva
O fato mais marcante do encontro foi a declaração de Jeferson Rocha, que, por conta da não participação de Carol em debates, desistiu de apoiá-la e disse que vai começar a pedir voto para Esperidião Amin no seu segundo voto, já que o PRD só o tem como candidato.
CAROL DE TONI SUBMISSA
Caroline de Toni não foi no debate da NSC e não deve ir a mais nenhum nesta última semana de campanha. Segundo a sua assessoria, a avaliação seria de que a participação dela, sem a presença de Carlos, poderia criar um novo foco de conflito com o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Diante das ausências, Amin começa a ser visto como o principal nome da direita presente nos encontros e isso prejudica justamente Carol de Toni.
Carol já demonstrou que gostaria de ter participado de alguns debates, mas Carlos Bolsonaro, que vê a sua candidatura como a principal do PL, não tem permitido.
O filho 2 de Jair Bolsonaro só tem ido a encontros do PL muito por não conhecer as prioridades de Santa Catarina e por não tem relação nenhuma com o nosso Estado.
A sua assessoria entende que a participação em debates o colocaria numa sinuca de bico, mas entende também que se Caroline de Toni for aos debates, sacramenta a escolha do eleitor catarinense em Carol e Amin.
As acusações inverídicas de Carlos contra Amin não soaram bem junto ao eleitor e isso também parece ter refletido na pesquisa ode prejudicá-lo, pois Amin se mostra fiel a Jair Bolsonaro e um ataque do filho dele contra o senador soa como uma traição que pode ter consequências.
RUMO PESQUISAS
Nesta segunda-feira, 28, a Rumo Pesquisas divulgou os últimos números da corrida as duas vagas para o Senado em Santa Catarina.
Foram ouvidos 2100 eleitores entre os dias 24 e 26 de setembro. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob o número SC-04705/2026.
Na soma do 1º e 2º votos na pesquisa estimulada, Esperidião Amin (PP) aparece em primeiro com 20,75%, seguido de Caroline de Toni (PL) com 18,30% e Carlos Bolsonaro (PL) com 15,50%. Em seguida vem Antídio Lunelli (MDB) com 10,45%; Décio Lima (PT) com 10,10%; Afrânio Boppré (Psol) com 4,45%; Joaninha de Oliveira (PSTU) com 0,60%; Marcos Dorval (PSTU) com 0,40%; Jeferson Rocha (PRD) com 0,30%; Carol Sant´Anna (PCO) com 0,25%, Marlene Soccas (UP) com 0,20%; Ana Lúcia Machado (UP) com 0,15% e Túlio de Amorim (Missão) com 0,15%. Os indecisos somaram 15,80% e brancos e nulos ficou com 2,60%.






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