MDB de Itajaí surpreende na filiação do pré-candidato Carlos Chiodini

Fazia tempo que a Sociedade Tiradentes, em Itajaí, não via uma festa partidária com tanta gente empolgada por uma pré-candidatura a prefeito. Cerca de duas mil pessoas foram, numa sexta-feira com muita chuva, na festa e fizeram com que, nesse momento, o MDB seja o partido a ser batido na cidade. 

Usando até a camisa do Marcílio Dias, o deputado federal e presidente estadual do MDB, Carlos Chiodini, comemorou não só a sua troca de domicílio eleitoral, mas também o seu aniversário a confirmação da sua pré-candidatura à prefeitura de Itajaí.

Baleia Rossi, presidente nacional do partido, chegou no aeroporto de Navegantes, atravessou a Balsa e foi direto para a o evento, onde encontrou toda a cúpula emedebista catarinense, como o prefeito Volnei Morastoni, o presidente da Alesc, Mauro de Nadal, o deputado federal Valdir Cobalchini, o deputado estadual Antídio Lunelli, o ex-governador Eduardo Pinho Moreira e o deputado estadual e atual secretário de Infraestrutura do Estado, Jerry Comper, e o presidentenda Câmara de Florianópolis, João Cobalchini.

A campanha de Chiodini já tem até slogan, o “Bora Itajaí”, e parece que, mesmo ele vindo de Jaraguá do Sul, a militância itajaiense tá empolgada e vai disputar palmo a palmo a cadeira do atual prefeito nas eleições de 2024.

Mais uma vez o MDB mostrou que, além de militantes, tem torcida fiel e que na hora que tem que levar um candidato nos braços, surge para seu o motor da campanha.

Chiodini disse que esse é o maior desafio político da sua carreira, mas que o MDB de Santa Catarina precisa de gente que coloque o nome à disposição.

Ele fala que o MDB está com a vida resolvida nos menores municípios, que sempre foi a base do partido, deu as grandes vitórias e que não será tirado o foco dessa base interiorana do MDB.

Mas agora ele quer melhorar o desempenho do partido nos maiores municípios, pois entende que o MDB tem quadro em todos, mas as pessoas precisam ser candidatas como ele fez em Itajaí.

Ele diz que a cidade é interessante por vários predicados, é a primeira vez que ele participa de uma eleição municipal, sabe que a tarefa é árdua e difícil e tem ciência que a sua mudança de cidade será colocada na mesa de discussão durante a eleição.

Mas mesmo assim, ele entende que o MDB tem que ter candidato porque um partido se constrói tendo candidatura e que a sigla vai sim ter uma participação significativa nos maiores municípios.

Na cidade portuária, Chiodini deve enfrentar políticos nativos como o vice-prefeito Marcelo Sodré (PDT), um nome escolhido pelo PL de Jorginho Mello, a vereadora Ana Carolina (PSDB), o vereador Osmar Teixeira (Solidariedade) e o atual secretário de Obras, Márcio Dedé (UB).

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